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Por que é importante avaliar a função renal através de exames laboratoriais?

A saúde dos rins nem sempre recebe a atenção que merece. Silenciosos e discretos, esses órgãos vitais desempenham funções essenciais para o equilíbrio do organismo. E quando algo não vai bem, os sinais muitas vezes aparecem tarde demais. Por isso, monitorar a função renal com exames laboratoriais é uma atitude preventiva.

Neste artigo, você vai entender por que é importante avaliar a saúde dos rins regularmente, quais exames fazem essa análise e para quem eles são indicados.

A importância dos rins

Os rins são responsáveis por muito mais do que produzir urina. Sua atuação é ampla e afeta diretamente a saúde de diversos sistemas do corpo. Entre suas principais funções estão:

  • Filtração do sangue: eliminam toxinas, resíduos metabólicos e excesso de água e sais minerais.
  • Regulação da pressão arterial: por meio da produção de hormônios como a renina.
  • Equilíbrio ácido-base: ajudam a manter o pH do corpo dentro dos níveis normais.
  • Produção de hormônios: como a eritropoetina, que estimula a formação de glóbulos vermelhos.
  • Metabolismo da vitamina D: essencial para a saúde dos ossos.

Qualquer alteração na função renal pode impactar essas funções e comprometer o bem-estar de forma significativa.

Por que avaliar a função renal?

As doenças renais são, em sua maioria, silenciosas. Isso significa que o indivíduo pode estar com perda da função renal sem apresentar sintomas evidentes. Quando os sinais aparecem – como inchaços, cansaço, náuseas ou alterações na urina -, a condição já pode estar em estágio avançado.

Por isso, os exames laboratoriais se tornam ferramentas indispensáveis para o diagnóstico precoce, permitindo intervenções mais eficazes e aumentando as chances de preservar a função dos rins.

Principais exames para avaliação da função renal

1 – Creatinina sérica

A creatinina é uma substância produzida pelos músculos e eliminada pelos rins. Quando sua concentração no sangue está elevada, pode indicar que os rins estão com dificuldade para filtrá-la.

Além disso, esse exame é utilizado para o cálculo da Taxa de Filtração Glomerular (TFG).

2 – Taxa de Filtração Glomerular

A TFG estima a capacidade dos rins em filtrar o sangue. É considerada uma das medidas mais precisas da função renal.

O exame é calculado a partir da creatinina, levando em conta fatores como idade, peso, sexo e etnia do paciente.

3 – Ureia

Outro exame que ajuda a avaliar a função dos rins, embora seja menos específico do que a creatinina. A ureia também se acumula no sangue quando os rins estão comprometidos.

4 – Exame de urina (EAS)

O exame de urina tipo 1 permite observar elementos como proteínas, sangue, leucócitos e outras substâncias que podem indicar lesões nos rins ou infecções urinárias.

5 – Microalbuminúria

Indicado especialmente para pacientes diabéticos ou hipertensos, esse exame detecta pequenas quantidades de proteína na urina, um dos primeiros sinais de lesão renal.

Quem deve fazer exames de função renal?

Alguns grupos apresentam maior risco para desenvolver doenças renais e, por isso, devem realizar avaliações periódicas:

  • Pessoas com diabetes
  • Pessoas com hipertensão
  • Indivíduos com histórico familiar de doença renal
  • Pessoas com mais de 60 anos
  • Usuários frequentes de medicamentos que sobrecarregam os rins
  • Pacientes com doenças autoimunes, como lúpus

Nesses casos, os exames de função renal devem ser incorporados ao check-up de rotina.

Quais os benefícios de avaliar a função renal?

Acompanhar regularmente a saúde dos rins traz diversos benefícios:

  • Diagnóstico precoce de doenças renais
  • Possibilidade de iniciar tratamentos antes que ocorram danos irreversíveis
  • Redução do risco de complicações cardiovasculares
  • Melhor controle de doenças crônicas como diabetes e hipertensão
  • Maior segurança no uso de medicamentos potencialmente nefrotóxicos

A prevenção é sempre o melhor caminho – e os exames laboratoriais são aliados nesse processo.

Se você faz parte de algum grupo de risco ou nunca avaliou sua função renal, converse com seu médico e agende seus exames.

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2005 – ANVISA.
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por nós a utilizar os dados pessoais para fins específicos de suas contratações, em
contratos nos quais imperam cláusulas de privacidade.
Os dados pessoais são retidos por quanto tempo?
Podemos manter dados pessoais pelo tempo que for necessário para cumprir
as finalidades para as quais os coletamos. Os principais critérios para
determinar a retenção podem incluir, dentre outros, (I) a duração do
relacionamento com o titular de dados; (II) obrigação legal ou regulatória que
exija a manutenção dos dados pessoais; (III) atendimento de prazos aplicáveis
em lei ou regulamentos.
Sublinha-se, que para determinar o período de retenção de dados pessoais
consideram-se os propósitos pelos quais os dados serão tratados, o tipo de
dado processado e a existência de legislação específica que exija sua guarda
e manutenção.
• Titulares e seus direitos aos dados pessoais
Os titulares de dados possuem direitos relativos à privacidade e à proteção de
dados pessoais. Nesse sentido, ilustramos a seguir uma breve revisão destes
direitos previstos na Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais:
Direito Conceito
Requisição de acesso aos
dados pessoais
Este direito permite que o titular possa requisitar e
receber uma cópia dos dados pessoais;
Requisição de retificação dos
dados pessoais.
Este direito permite que o titular solicite a correção
e/ou retificação dos dados pessoais, caso identifique
que estes encontram-se incorretos ou
desatualizados. Contudo, para ser efetivada a
correção, possivelmente, precisamos checar a
validade dos dados fornecidos. Outro ponto digno de
nota, é que a correção deverá ocorrer da data de
requisição para frente;
Requisição de exclusão ou
cancelamento dos dados
pessoais.
Este direito permite que o titular solicite a exclusão
de seus dados pessoais, salvo se houver qualquer
outra razão para a sua manutenção, como eventual
obrigação legal de retenção de dados ou
necessidade de preservação destes para resguardo
de direitos. Podemos descartar todos os dados a
partir do dia no qual o tempo de retenção legal
expirar, mediante a solicitação formalizada pelo
titular;
Direito de objeção ao
tratamento de dados pessoais
O titular também tem o direito de contestar onde e
em que contexto, tratamos dados pessoais para
diferentes finalidades. Em determinadas situações,
podemos demonstrar que temos motivos legítimos
para o tratamento de dados (hipóteses prevista na
Lei Geral de Proteção de Dados), os quais se
sobrepõem aos direitos do titular;
Solicitar a portabilidade
O titular tem o direito de solicitar que lhe sejam
entregues, ou a terceiros devidamente indicados,
seus dados pessoais;
Direito de retirar o
consentimento
O titular tem o direito de retirar o consentimento. No
entanto, isso não afeta a legalidade de qualquer
processamento realizado anteriormente. Se for
retirado o consentimento, determinados serviços
podem ser interrompidos. Se for o caso,
comunicamos essas ocorrências, desde que o
tempo de retenção legal não for expirado, situação
em que não podemos cancelar o tratamento dos
dados.
Talvez seja necessário o fornecimento prévio de informações específicas do titular
para nos ajudar na confirmação de sua identidade. Essa é uma medida de
segurança para garantir que os dados pessoais não sejam divulgados a qualquer
pessoa que não tenha direito de recebê-los.
Como os dados pessoais são protegidos?
São implementadas medidas de segurança ao nosso alcance, as quais
consideramos adequadas para proteger os dados pessoais do titular. Com a
finalidade de garantir a proteção dos dados pessoais, adotamos as seguintes
práticas de segurança:
• O acesso à base de dados do laboratório é restrito aos profissionais autorizados.
• Monitoramento aos acessos e às ações realizadas em relação aos dados pessoais.
• Definição e distinção de funções e competências relativas às categorias de pessoas
responsáveis ou envolvidas nos sistemas internos.
• Auditoria regular interna para garantir o cumprimento das medidas de proteção de
dados.
• Adoção de procedimentos preventivos contra incidentes de segurança da
informação, bem como técnicas de remediação e gerenciamento de crises. Não
poupamos esforços para proteger as informações dos titulares de dados, contudo,
não podemos garantir que todos os dados estejam efetivamente imunes a acessos
indevidos por parte de agentes mal intencionados – considerando que parte da
segurança de dados pessoais passa por atitudes dos próprios titulares. Por isso,
alertamos para o risco de compartilhar a senha utilizada em nossos serviços, ainda
que o titular julgue que o destinatário da senha é alguém de sua confiança. Não nos
responsabilizamos por atos de terceiros, inclusive em caso de uso indevido de seus
dados de login e senha. Caso o titular identifique ou tome conhecimento de algo que
comprometa a segurança dos seus dados, recomendamos o contato imediato
conosco, reportando o ocorrido.
Qual a periodicidade de atualizações na política de privacidade?
Objetivamos sempre melhorar nossos serviços, logo, essa Política de Privacidade
pode passar por atualizações. Caso sejam feitas alterações relevantes, vamos nos
preocupar em nos certificar de que as novas informações estarão sempre neste
canal disponíveis para livre acesso e conhecimento.